
O folião Jardim antecipou o Carnaval madeirense, concedendo uma entrevista - em directo, para não ser censurado!!! - na RTP-M. As principais piadas ditas por ele são aqui reproduzidas e comentadas para animar a malta.Recandidatura

O folião Jardim antecipou o Carnaval madeirense, concedendo uma entrevista - em directo, para não ser censurado!!! - na RTP-M. As principais piadas ditas por ele são aqui reproduzidas e comentadas para animar a malta.Recandidatura

Simplesmente brilhante! Eis o adjectivo apropriado para qualificar a recuperação que o Governo Regional tenciona efectuar na foz da Ribeira de João Gomes e de Santa Luzia. O aterro que lá está actualmente, bem como a tralha depositada junto ao cais - restos mortais do Balão Panorâmico e do ex-veleiro dos Beatles - vão ser reutilizados, graças à solidária Lei de Meios, numa nova marina, num porto de acostagem de navios até média dimensão e em duas praias.Mal passou um ano e o Governo Regional da Madeira já encontrou uma magnífica solução para a degradada baia do Funchal! 40 milhões de euros, mais os sempre recomendados trabalhos a mais, que poderão ascender a um valor idêntico ao de base, vão permitir recuperar as infra-estruturas que a aluvião de 20/2/10 destruiu.

Os resultados das eleições presidenciais demonstraram, inequivocamente, que o Coelho tirado da cartola, ou melhor, da barriga de aluguer PND é o novo líder da oposição madeirense ao jardinismo e a esperança da afirmação de uma alternativa séria, sem deixar de ser satírico-humorística, ao regime do gamelão vigente.Já conhecíamos o sucesso das Coelhinhas da Playboy, mas nunca imaginámos que um Coelhinho da Plataforma Cívica PND conseguisse tanto êxito numa região tão conservadora como a Mamadeira, ainda por cima possuidora de tetas enormes...

Acabou a campanha eleitoral. Chegou o dia da reflexão, que me levou a concluir que o candidato que melhor representa o espírito deste blogue e do país anedota em que vivo é, indubitavelmente, José Manuel Coelho! Daí o meu voto no Presidente parodiante.

Há um novo candidato à Presidência da República. Chama-se SITE e tem uma capacidade de comunicação forma do comum, ou seja, esclarece tanto que a opinião pública fica na mesma.A pré-campanha das Presidenciais tem sido verdadeiramente séria, interessante e digna de um país exemplar à escala mundial. Basta ver o nível cultural, intelectual e político de candidatos como José Manuel Coelho, Francisco Lopes, Fernando Nobre, Defensor Moura e - a grande surpresa dos últimos dias - o Site Silva.

Estou muito sensibilizado com o elevadíssimo sentido de responsabilidade da classe política alaranajada madeirense, evidenciado nas catástrofes naturais que assolaram a Madeira, desde 20 de Fevereiro. Ainda temos políticos que sabem assumir as suas culpas. A Madeira é exemplo nacional nesta matéria, o que não surpreende tratando-se de um povo superior...
Os trágicos acontecimentos de 20 de Dezembro que levaram à destruição de bens materiais avultados no Curral das Freiras demonstram a qualidade excepcional dos nossos governantes e autarcas. Mal a desgraça aconteceu, foram aos locais mais afectados e pediram a demissão por não terem dado ouvidos às reclamações populares, expressas em abaixo-assinados, há algum tempo.
Os incêndios de Verão, que devastaram parte significativa da laurissilva, também mereceram idêntica atitude de quem de direito, em especial do Director Regional das Florestas e dos responsáveis pela Protecção Civil. Aliás, esses actos de contrição deixaram a oposição sem jeito, pois ficou sem culpados para apontar, ou seja, foi chamuscada juntamente com os ambientalistas
Mas foi, essencialmente, em 20 de Fevereiro que estes gestos de humildade dos responsáveis pela "coisa pública" causaram maior perplexidade, pois até então não se viu demissões de responsáveis políticos nesta Região. Jardim deu o exemplo e seguiram-se secretários regionais e Presidentes de Câmara, por terem permitido construções em linhas de água e zonas de risco. Com tal elevado sentido de responsabilidade, toda a oposição ficou sem capacidade para se aproveitar da desgraça alheia.
Mais extraordinário ainda foi ouvir Jardim dizer, no Jantar de Natal da família social-democrata, que não se vai recandidatar à liderança do seu partido porque já não consegue garantir a renovação nos quadros dirigentes. Isto é que é desapego ao poder e capacidade de saber o momento certo de abandonar a actividade política! Como admiro esta casta alaranjada de políticos superiores madeirenses!Nota: foto de http://geia-deusaterra.blogspot.com/2009/07/curral-das-freiras.html

Nas últimas eleições legislativas nacionais, fartos dos tiques pouco democráticos do Governo do engenhocas Socas, festejámos a perda da maioria absoluta, convencidos que o diálogo iria substituir a arogância e oA auteridade imposta pelos PEC´s e pelo Orçamento de Estado para 2011 foi classificada pelo Governo de Salvação Nacional (PS, PSD e Presidência da República) de inevitável. Em resposta, as centrais sindicais também consideram uma inevitabilidade a Greve Geral de 24/11. Os portugueses em geral, porque não acreditam na eficácia destas medidas e lutas, avançam com outra solução incontornável para os problemas económicos e financeiros do país: chamem o FMI!
Perante tamanho ataque aos bolsos dos portugueses, em nome da inevitável austeridade, cuja responsabilidade é atribuída à crise económica e financeira, a CGTP-IN e a UGT não podiam deixar de se entender quanto à convergência na inevitável Greve Geral do próximo dia 24, pois os motivos para a luta são mais do que muitos. As centrais sindicais estão cientes de que a razão está do lado delas, até porque estudos de opinião referem que a maioria da população concorda com esta forma de luta, apesar de menos de 20% manifestar intenção de aderir à mesma. O que será que leva a esta discrepância? Por que razão uma greve inevitável não conduz à inevitabilidade da adesão à mesma? Será a falta de garantias, quanto a recuos do Governo, já que também admite que as inevitáveis medidas tomadas são duras, mas já tem o apoio parlamentar suficiente para as implementar? Ou será por já ter percebido que esta forma de pressão só poderá ser útil para avisar o futuro Governo de Portugal, já que o actual tem os dias contados, mas para tal ainda teremos novas eleições, onde esse sinal deverá ser dado de forma clara?
Mas, para além das dúvidas quanto à eficácia da inevitável Greve Geral, como protesto à invevitabilidade da austeridade, passe a redundância, ainda surge outra inevitabilidade: chamar o FMI para pôr ordem nas contas públicas portuguesas, pois o Centrão dos Interesses manifestamente não é capaz de cumprir esse desiderato.
Assim, perante tanta inevitabilidade, o que é que posso evitar como cidadão, trabalhador e patriota? Nas minhas mãos está apenas a decisão de aderir à Greve Geral, evitando que o País me pague mais um dia de salário...
«A brincar, faz-se meninos!»